Relações Públicas substituem Publicidade

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Como poderá a sua marca/produto sair da barreira bidimensional da publicidade? Como apelar aos sentidos? Ao cheiro? Ao toque? Ao som? Será a publicidade a ferramenta de comunicação adequada à sociedade atual? O investimento e recursos que a mesma exige não serão exagerados face ao retorno cada vez menos eficaz desta ferramenta?

85% do tempo o nosso cérebro está em piloto automático, apenas recetivo às emoções. Qual a ferramenta de comunicação que nos permite com eficácia comunicar com o cérebro dos nossos públicos de uma forma eficaz? John Wanamaker há mais de cem de anos afirmou: “Metade do meu orçamento de publicidade é desperdício. Só não sei que metade!”. Hoje esta percentagem é seguramente maior. Grande parte das marcas não sabe o que fazer para cativar verdadeiramente o seu público alvo.

Como dar visibilidade ao valor e desta forma atingir as vendas desejadas, a notoriedade e credibilidade para a marca? A publicidade fundamenta-se no bem dizer e as Relações Públicas no bem fazer! A publicidade esgota o seu conteúdo ao conseguir o convencimento da audiência, enquanto as RP consideram esse convencimento como um compromisso que nos obriga a adequar a nossa conduta ao que foi afirmado.

As emoções têm uma enorme influência em todas as decisões. Muito do que se passa no cérebro prende-se com as emoções e não com aspetos cognitivos e as Relações Públicas são muito mais eficazes e representam um investimento muito menor do que a publicidade. As RP fidelizam. Comunicamos com mais emoção através das ferramentas das Relações de Públicas. Atentem na Comunicação da Abercrombie.

 

Isabel Martins, Diretora Geral